terça-feira, março 31, 2009
Mulher
quinta-feira, março 19, 2009
ApelO
segunda-feira, março 16, 2009
ConflitoS
"Nas (muitas) alturas em que a mente e o coração entram em dissonância, infelizmente é raro o segundo sair vitorioso.
sexta-feira, março 13, 2009
SAWABONA
Shikoba (então eu existo para você)
quarta-feira, março 11, 2009
Quando O Coração Chora
Na garganta tenho um nó
Que não me deixa falar.
No peito? Sinto o que dói
Quando queremos gritar.
...
Que faço então?
Continuo correndo,
Enquanto as forças
Deixando me vão?
Será que nasci
Com algum defeito,
E para viver
Não tenho jeito?
Mesmo assim
Correndo eu vou...
.
terça-feira, março 10, 2009
Oli says...
... não te lembras da palavra loba? As lobas não sofrem... caçam!
... não tens juizo? ... romântica assolapada...
... desliga de tudo... assim já não doi...
... passa para o nível superior,
- és mulher
- tens nível
- toda a gente se esta cagando para o teu sofrimento!!!
... vive
... ao menos isso...
... recomeça... reaprende...
... os homens são um meio... não a solução.
My dearest, courageous and intelligent friend... thanks and God bless you...
.
quarta-feira, março 04, 2009
Monólogos De Uma Louca
eu tenho: saúde, vontade de viver
eu acho: que às vezes sou uma chata, thanks ao pessoal que me atura
eu odeio: traições, mentiras e hipocrisias
eu sinto: tudo o que há para sentir
eu escuto: vozes e silêncios
eu cheiro: obviamente a "erva de", a magnólia e às vezes a outros cheiros...
eu imploro: sempre que há lua cheia... e não só
eu procuro: aquilo que duvido que exista
eu arrependo-me: de tudo o que não fiz... e valia a pena ter feito
eu amo: a mim mesma e a quem me ama
eu sinto dor: quando tenho perda
eu sinto a falta: do sol, quando ele imigra
eu importo-me: com os outros
eu sempre fui: saudavelmente louca
eu não fico: nada feliz quando se esquecem que eu existo
eu acredito: que chego lá
eu danço: sozinha
eu canto: em alto som quando viajo sozinha de automovel
eu choro: de novo
eu falho: quando digo que vou desaparecer
eu luto: por aquilo que quero muito
eu escrevo: para me dizer, sem falar
eu pinto: para me convencer que não sei pintar
eu ganho: sabedoria todos os dias
eu perco: a cabeça, por viajar
eu confundo-me: quando concluo que nada sei
eu estou: à procura de uma palavra nova
eu fico feliz: quando começo o dia a sorrir
eu tenho esperança: de nunca ficar careca oié
eu preciso: que me gostem
eu deveria: nunca ter embarcado neste monólogo rsrsr
.
segunda-feira, março 02, 2009
Para A SalomÉ

quarta-feira, fevereiro 25, 2009
Beijar? É proibido!
quarta-feira, fevereiro 18, 2009
Asas

hábil, sarcástico, desconcertante,
com um encanto triste e sedutor
invadiste o meu corpo, a minha mente.
Com sons de palavras já usadas
sem por isso perderem seu fulgor,
envolveste meus espaços solitários
nessa teia, nesse jogo, sem pudor.
E com asas de azul de mar pintadas
fazendo-me esquecer mitos, barreiras,
confronto-me, pergunto: e se eu puder,
e surgiram então desassossegos
chuvas de penas brancas endoidadas
e tremeu todo o meu corpo de mulher.
E quando já é hora de partir
e desvias o olhar pra não me ver
apenas com as tuas mãos vestida,
percebo a tristeza nos teus olhos
e sinto-me fraca, tonta, enternecida,
e quero-te então, porque te quero.
.
segunda-feira, fevereiro 09, 2009
Procura-se Um Amante
sexta-feira, fevereiro 06, 2009
Arief-atxeS
terça-feira, fevereiro 03, 2009
sexta-feira, janeiro 23, 2009
SEXTA-FEIRA
quinta-feira, janeiro 15, 2009
quarta-feira, janeiro 14, 2009
segunda-feira, janeiro 12, 2009
MemóriaS
Na contagem final dos nossos dias, apenas vivemos aquilo que conseguimos lembrar...
Que perca ter-se perdido o hábito de escrever. O telefone seria para o que não valesse a pena registar. O resto, o que vale verdadeiramente a pena lembrar, deveria ser escrito. Dia a dia... meia dúzia de palavras de uma hora feliz do nosso melhor amigo... outra meia dúzia com aquela receita que a mãe inventou... mais algumas sobre aquele dia em que nos enterrámos na neve pela primeira vez...
Descrever, escrevendo. Uma novidade, uma pequena emoção, um encontro ou um reencontro. Um diário imenso de todas as vidas que existem dentro duma só vida.
E chegaria então o dia em que, na confusão da nossa senilidade, leríamos. E pareceria tudo novo.
E viveríamos duas vezes.
segunda-feira, janeiro 05, 2009
sexta-feira, janeiro 02, 2009
quarta-feira, dezembro 31, 2008
2009
Porque, lá bem no fundinho, todos desejam.
Desejam não estar sós.
Desejam estar com quem amam.
Desejam vir a ser amados.
Desejam vir a ter alguém a quem amar.
Desejam beijar e ser beijados, abraçar e ser abraçados.
Desejam saúde, boas energias, trabalho, uma casa para viver.
Desejam ser lembrados.
Desejam tão só uma mensagenzita no telemóvel.
Eu desejo.
E desejo por todos os que também desejam e especialmente por aqueles que não querem desejar.
Lembrem, cada dia, todos os dias, como é bom viver e esperar.
segunda-feira, dezembro 22, 2008
Natal, e não Dezembro
numa gruta, no bojo de um navio,
no prédio que amanhã for demolido...
Entremos, inseguros, mas entremos.
Entremos e depressa, em qualquer sítio,
porque esta noite chama-se Dezembro,
porque sofremos, porque temos frio.
Entremos, dois a dois, somos duzentos,
duzentos mil, doze milhões de nada.
Procuremos o rasto de uma casa,
a cave, a gruta, o sulco de uma nave...
Entremos despojados, mas entremos.
De mãos dadas, talvez o fogo nasça,
talvez seja Natal e não Dezembro,
talvez universal a consoada.
David Mourão Ferreira
domingo, dezembro 21, 2008
sábado, dezembro 20, 2008
Quem o feio ama...
quinta-feira, dezembro 18, 2008
a SapatadA
sábado, dezembro 13, 2008
sábado, novembro 29, 2008
AUSÊNCIA
E lastimava, ignorante, a falta.
Hoje não a lastimo.
Não há falta na ausência.
A ausência é um estar em mim.
E sinto-a, branca, tão pegada, aconchegada nos meus braços,
que rio e danço e invento exclamações alegres,
porque a ausência assimilada,
Carlos Drummond de Andrade
quinta-feira, novembro 27, 2008
sexta-feira, novembro 21, 2008
terça-feira, novembro 11, 2008
Seduções
MagnoliA
Tinha-se habituado a usar o seu nome. O que lhe deram à nascença, sem possibilidade de escolha. Sem nunca verdadeiramente o interiorizar.
Tudo começou pelo aroma. Sempre que entrava naquela casa, que não era a sua, logo se sentia envolvida por ele. Primeiro de uma forma subtil, inconsciente. Mais tarde tão dentro de si que a levou a perguntar. Magnólia: era a essência. Extraída das taças, que assim parecem ser, as grandes flores brancas, perfumadas, que brotam dos ramos das enormes e robustas árvores milenares , das quais tomou o nome.
Magnólia sempre fora impetuosa. Tão impetuosa que nascera sòzinha. Bem que a mãe lhe pedira: -Espera um pouco, deixa que chegue quem te ajude a nascer. Mas ela decidira. Chegara o momento e irrompeu para a vida. Não fora o calor do corpo de onde saira aconchegá-la, até chegar quem cortasse o cordão que a alimentara e fizera crescer , e este teria sido provavelmente o seu primeiro e último impulso.
Magnólia nasceu bem juntinho do solstício de Verão. Prenúncio de dias longos, alegres,ensolarados. Regida por Mercúrio teve um despertar precoce. E desde cedo se mostrou possuidora de grande vivacidade mental e verbal e de uma intuição psicológica que lhe iria dar aquela facilidade em adaptar-se a novas situações. E também causar-lhe alguns dissabores.
Magnólia cresceu e com ela cresceu a afectividade. E também o inconformismo. Era uma fonte de vida, entusiasmo, de curiosidade e de sedução. Sujeita a arrebatamentos, a grandes entusiasmos e paixões. Cedo porém Magnólia concluiu que as realidades são quase sempre diferentes dos sonhos. Descobriria também, a par com as derrotas, que a vida deixa de o ser, sem afectos, sem paixões, sem dor, sem alegria, sem sorrisos, sem ternuras.
E fez partir. E partiu. À descoberta. Porque "O mundo é um espelho. Se sorrires para ele, ele sorrirá para ti."
quinta-feira, novembro 06, 2008
Do Amor
ficou até mesmo combinado
não mais nos vermos
não mais nós sermos
inclusivé não termos qualquer contacto
Isso é passado é existência
é o que faz a experiência
E a palavra Nunca
que Nunca acontece
perto de nós desaparece
e até permanece abandonada
Talvez por isso ela seja ou é
Tão pouco utilizada
Resta-me que teremos sempre
momentos nossos embaraços meus
abraços nossos
quiçá até embaraços teus?
e um também possível
encontro de ossos
E quando eu crio assim espontâneo
vem-me à demência um grito insano
Da alegria que é sentir
d'o quanto te quero
d'o quanto te gosto
E apenas sofro quando só lembro
porque razão não me concedes
dizer com força mas carinhoso
dizer apenas
O quanto te Amo
De: IZNOGOOD
quarta-feira, novembro 05, 2008
It's Time Obama

Em 28 de Agosto de 1963, na marcha não-violenta organizada em prol da Vida, da Liberdade e contra toda a espécie de Racismo, Martin Luther King, Jr., finalizou o seu discurso dizendo "I have a dream".
Parte do seu sonho de então é a realidade de hoje. Mas é ainda tão longo o caminho a percorrer.
E tu Barack Hussein Obama II? Do you also have a dream?
Veremos onde os teus sonhos te levam.
terça-feira, novembro 04, 2008
quinta-feira, outubro 30, 2008
A Espera
em noites povoadas de sonhos não lembrados
há esperanças de alvoradas promissoras,
de dias perfumados com aromas de esperança,
de vozes sussurrando poemas de amor inacabados.
E sem pousar no chão os pés me levam
às planícies imensas de areais dourados,
ao vai-vem eterno de ondas pregueadas,
na garupa sedosa de Pégasos encantados,
na espera de um dia próximo encontrar
nos desertos deste mundo enganador,
a recompensa tão esperada da verdade,
e com ela resguardada no meu peito, viver,
sem prazo, sem tempo, o que o tempo me ofertar.
segunda-feira, outubro 27, 2008
sábado, outubro 25, 2008
E Ela dançou
quarta-feira, outubro 22, 2008
A MentirA

P.S. - Aqui só para nós, às vezes uma mentirinha, daquelas que não prejudicam ninguém, até que sabe bem, não é?
domingo, outubro 19, 2008
Amor
Na luz ténue, irreal, da madrugada
queria poder dizer-te,
não vás.
Queria que sentisses,
que soubesses.
Queria ser o mar, a falésia,
a quem abraças com o teu olhar.
E nesse abraço
Esperar.
Queria ser as pedras, as conchas,
com quem te perdes no tempo,
e nesse tempo
Ficar.
Tempo sem tempo
que tudo sabe,
até aquilo que não sei.
Que tudo ensina a perceber.
E eu.
Que só sei o que hoje penso.
Que um dia irás.
E nesse tempo sem tempo
ficará a saudade,
a ternura,
tudo o que ficou para trás.
Ficará o Amor que não se esquece .
E aquilo que te dei ,
e que será sempre teu.
sábado, outubro 18, 2008
quinta-feira, outubro 16, 2008
O Mundo Está de Tanga?

Seria? Paranoia?
domingo, outubro 12, 2008
quarta-feira, outubro 08, 2008
Transmissão de Vozes à Distância

Um quase luxo para a época. Quando ainda não nos entrava o mundo em imagens pela casa dentro.
segunda-feira, outubro 06, 2008
domingo, outubro 05, 2008
Fuga
Voltei a rasgar a terra.
E ela, generosamente submissa, aceitou a raiva, a frustração
E a sua intemporalidade a sua imutabilidade a submergir a dor.
E o querer engolir os próprios enganos
E os vómitos explosivos, de mentiras pútridas
Porque a verdade do amor é como a terra.
E à água que generosamente lhe dei juntei o meu sal
E nele a saudade, a dor das ausências do porvir.
E chamei a voz.
E ela veio, distante, envolta em cenário de mar.
E inicia-se a viagem para além do desespero à procura da esperança.
quinta-feira, outubro 02, 2008
The Italian Who Went to Malta
(Must be read with an Italian accent)domingo, setembro 28, 2008
Para ti, palavras de antes e de hoje
1976 . Fevereiro
Olha, camarada.
Sabes o que ela me deu?
A noção do poema,
o amor sem contrastes violentos.
Talvez por isso
o ter dado a César o que César mereceu
e a mim
o peso da terra.
Dia para Luíza....
Se fosse mágico inventaria a chuva,
os rostos desolados, a grande cidade tristeza.
Assim, deserto,
invento uma paisagem de animais de Verão,
brinco com Chico, Betânia,
adivinho a erva fresca da manhã,
os amantes navegando à contra-luz,
as conversas hábeis que constrois.
Depois, sonho,
rasgo a terra com o teu sorriso-brisa,
e sei-te mulher,
nesse teu jeito de beberes a vida,
com esses olhos,
sàbiamente insubmissos.
Manel (Fev.1976)
sábado, setembro 27, 2008
Goodbye Paul Newman
terça-feira, setembro 23, 2008
A Carta de Um Homem (Sobre as Mulheres)
Não importa o quanto pesa. É fascinante tocar, abraçar e acariciar o corpo de uma mulher. Saber seu peso não nos proporciona nenhuma emoção. Não temos a menor idéia de qual seja seu manequim. Nossa avaliação é visual. Isso quer dizer, se tem forma de guitarra... está bem. Não nos importa quanto medem em centímetros - é uma questão de proporções, não de medidas. As proporções ideais do corpo de uma mulher são: curvilíneas, cheinhas, femininas..... Essa classe de corpo que, sem dúvida, se nota numa fração de segundo. As muito magrinhas que desfilam nas passarelas seguem a tendência desenhada por estilistas que, diga-se de passagem, são todos gays, e odeiam as mulheres e com elas competem. Suas modas são muito retas e sem formas, e parecem agredir o corpo maravihoso das mulheres. Não há beleza mais irresistível na mulher do que a feminilidade e a doçura. A elegância e o bom trato são equivalentes a mil viagras. A maquiagem foi inventada para que as mulheres a usem. Usem! Para andar de cara lavada, basta a nossa... sem graça. Os cabelos, quanto mais tratados, melhor. As saias foram inventadas para mostrar suas magníficas pernas. Por que razão as cobrem sempre com calças longas? Para que as confundam connosco? Uma onda é uma onda, as cadeiras são cadeiras, e pronto. Se a natureza lhes deu estas formas curvilíneas, foi por alguma razão, e eu reitero: nós gostamos assim. Ocultar essas formas, é como ter o melhor sofá embalado no sótão. É essa a lei da natureza... que todo aquele que se casa com uma modelo magra, anoréxica, bulímiaca e nervosa logo procura uma amante cheinha, simpática, tranquila e cheia de saúde. Entendam de uma vez! Procurem agradar a nós, e não só a vocês; porque nunca terão uma referência objectiva, do quanto são lindas e maravilhosas, dita por uma mulher. Nenhuma mulher vai reconhecer jamais, diante de um homem, com sinceridade, que outra mulher é simplesmente linda! As jovens são lindas... mas as de 30 para cima, são verdadeiros pratos fortes. Por Karina Zzocco, Eva Longaria, Angelina Jolie ou Demi Moore, somos capazes de atravessar o Atlântico a nado. O corpo muda... cresce. Não podem pensar, sem ficarem psicóticas, que podem entrar no mesmo vestido que usavam aos 18. Entretanto, uma mulher de 45, que entre na roupa que usou aos 18 anos, ou tem problemas de desenvolvimento, ou está se auto-destruindo. Nós gostamos das mulheres que sabem conduzir sua vida com equilíbrio, alegres, e que sabem controlar sua natural tendência à culpas. Ou seja, aquela que quando tem que comer, come com vontade (a dieta virá em setembro, não antes; quando tem que fazer dieta, faz dieta com vontade (não se sabota e não sofre); quando tem que ter intimidade com o parceiro, tem com vontade; quando tem que comprar algo que goste, compra; quando tem que economizar, economiza. Algumas linhas no rosto, algumas cicatrizes no ventre, algumas marcas de estrias não lhes tira a beleza. São feridas de guerra, testemunhas de que fizeram algo em suas vidas, não tiveram anos 'em formol', nem em Spa... viveram! O corpo da mulher é a prova de que Deus existe. É o sagrado recinto da gestação de todos os homens, onde foram alimentados, ninados e nós, sem querer, as enchemos de estrias, de cesárias e demais coisas que tiveram que acontecer para estarmos vivos. Cuidem-no! Cuidem-se! Amem-se! A beleza é tudo isto. Tudo junto!
Assinado: UM DESCONHECIDO
P.S.- Obrigada à Inês
AOS bons MOMENTOS
É nestas alturas que os amigos do peito estão sempre presentes, nem que seja em pensamento.
Para festejar a saída da crise, aqui vai para todos eles, com uma dedicatória especial para aquela que está perto da fonte.
À nossa.
domingo, setembro 21, 2008
quarta-feira, setembro 17, 2008
segunda-feira, setembro 15, 2008
sexta-feira, setembro 12, 2008
Anúncio Classificado
PRECISA-SE URGENTE
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sexta-feira, setembro 05, 2008
Telas
quinta-feira, setembro 04, 2008
Lágrimas do céU
Tinha-te pedido que viesses.quarta-feira, setembro 03, 2008
Silêncio (estado de quem se abstém de falar)

sábado, agosto 30, 2008
Ás de Copas

Quando o corpo se quer tão ignorante
Tão indomável tão independente
Espaço de veredas sinuosas
Carentes surdas patéticas
Caminho de sonhos quentes
De memórias difusas incompletas
Que teimam parecer realidades
De hoje de ontem e de sempre
Porque o corpo sabe que a vida não se esquece
Teima em não ouvir tuas verdades
Crueis frias talvez certas
E pede o corpo ao sonho que regresse
Que o deixe viver a gloria embora efémera
De loucuras de amor reinventadas
crOniCas de ViAgem
Algures , na esplanada do café Flamingo, parámos para refrescar e tentar comer um pastel com recheio de aspecto duvidoso e altamente picante - o pequeno almoço no AL AMINA composto de pão duro e yogurte de banana deixara-nos a meio-pau -. Recebi então a primeira e mais poética de muitas ofertas pela mão da filhota de olhos azuis - vinda de Mouhamed, o nosso guia - : um cavalo árabe.
sexta-feira, agosto 29, 2008
Em Nome do Amor

segunda-feira, agosto 25, 2008
crOniCas de ViAgem
Este destino, no Norte de Africa, proporcionou-me logo à chegada, já noite escura, sensações físicas absolutamente extraordinárias. Imaginei-me, completamente vestida, a ser passada a ferro, a roupa escaldante a colar-se às pernas, às costas, ao peito... a boca aberta engolindo uma golfada de ar quente, pesado e húmido. Não, não foi aterrador foi simplesmente... inesperado e diferente.
terça-feira, agosto 12, 2008
terça-feira, agosto 05, 2008
sábado, agosto 02, 2008
Bon Jovi (não resisti à foto)
sexta-feira, agosto 01, 2008
hÁ áGUa Em mARTe


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