segunda-feira, abril 28, 2008

oS mEUS aMIGOS





O gato chamava-se Pom-Pom, parecia isso mesmo, quando muito pequenino entrou na nossa casa e nas nossas vidas. Adoptou-me como mãe e mamava na manga da minha camisola de angorá. Esperou pela nossa visita no hospital veterinário de S.Bento, onde estava desde a véspera, para se despedir, olhando para cada um de nós, e partiu. Há 5 anos.


O cão pequenote é o Gipsy. Rafeiro de raça e feitio. Como há ano e meio que vivemos os dois, acho que tem a mania que é pessoa. É esperto, mas muito absorvente, quer ser o centro das atenções. E rosna.


O grande é o Pisco. É meigo, obediente, inteligente. Tem uma força incrível. Tinha uma habilidade enorme para atirar comigo ao chão, quando o levava a passear. Não pude trazê-lo comigo. Tenho muitas saudades tuas, meu amigo dos olhos doces.

2 comentários:

Lapatcheiro disse...

Se puxarmos o rabo a um gato, ele vai-nos arranhar, se batermos a um cão ele poderá- nos morder. Se lhes fizermos festinhas e lhes dermos carinho, seremos recompensados com amor e fidelidade. Temos que dar amor para recebermos amor. Como tudo na vida, nada é de graça, tudo tem um preço. Isto tem que ser aprendido logo, desde o berço.Eles dao-nos durante toda a vida um amor e fidelidade incondicional é por isso que quando partem deixam dentro de nos um vazio oco , escuro , quem os ama chora sem medo de perder a dignidade, quem os ama chora como que para os honrar do amor e dos bons momentos que lhe proporcionou em vida ..nao é assim ???

ervadecheiro disse...

É sim, meu amigo, amor fiel e incondicional. Esta é também a forma de lhes agradecer a dedicação, a companhia, o partilhar das alegrias e tristezas.